- Escrita por Flávio Basso e cantada por Júpiter Maçã -
Eu e minha ex no botequim
Falando sobre nossas vidas
As novas amizades, relações
Experiências, sacações
Foi quando eu percebi
Me incomodava a intimidade da ex
As novas ideias, discos, filmes
Diferentes de quando eu opinava
Eu e minha ex queremos amizade
Mas acho que eu não superei
Talvez ainda goste dela
Eu e minha ex na tempestade
Sob o mesmo guarda-chuva
Pelas alamedas de Porto Alegre
Do mercadão até o Bom Fim
Eu e minha ex queremos amizade
Mas acho que eu não superei
Talvez ainda goste dela
Eu e minha ex talvez um dia
Sejamos um só outra vez
Em outro planeta, dimensão
Circunstância, situação
Eu e minha ex queremos amizade
Mas acho que eu não superei
Talvez ainda goste dela
domingo, 28 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Mudou
- Escrita por Taiguara e Cantada por Klebi Nori -
Mudou
Mudou o tempo e o que eu sonhei pra nós
Mudou a vida, o vento, a minha voz
Mudou a rua em que eu te conheci
Mudou
A ilusão da paz no nosso amor
Mudei as rimas do meu verso cru
E o sol mudou de cor meu corpo nu
Mudou
O impulso aflito de dizer que não
A lua é nova e a nova informação
Muda meu céu e vai mudar meu chão
A terra ardeu e o céu desmoronou
E há o que fazer e o amor não me ensinou
E há o que saber e o sonho não mostrou
Mudou
E vai mudar enquanto eu não morrer
E vai mudar pra o amor sobreviver
Vê se me entende eu mesmo não mudei
Eu sou o mesmo livro, pode ler
Eu sou o mesmo livre pra dizer:
Que eu amo ainda
Que eu quero ainda
Te espero ainda
Pro amor
Mudou
Mudou o tempo e o que eu sonhei pra nós
Mudou a vida, o vento, a minha voz
Mudou a rua em que eu te conheci
Mudou
A ilusão da paz no nosso amor
Mudei as rimas do meu verso cru
E o sol mudou de cor meu corpo nu
Mudou
O impulso aflito de dizer que não
A lua é nova e a nova informação
Muda meu céu e vai mudar meu chão
A terra ardeu e o céu desmoronou
E há o que fazer e o amor não me ensinou
E há o que saber e o sonho não mostrou
Mudou
E vai mudar enquanto eu não morrer
E vai mudar pra o amor sobreviver
Vê se me entende eu mesmo não mudei
Eu sou o mesmo livro, pode ler
Eu sou o mesmo livre pra dizer:
Que eu amo ainda
Que eu quero ainda
Te espero ainda
Pro amor
terça-feira, 26 de outubro de 2010
To remember
- Escrita por Arnaldo Antunes e cantada por Daniela Mercury -
To remember
To remember nós dois no pedaço
To remember
To remember amasso no portaço
To remember
To remember beijaço
To remember abraço
To remember e esquece
To remember de mim
To remember membra membra lembra lembra cor to remember
To remember
To remember nós dois no cantinho
To remember
To remember mão dada no caminho
To remember
To remember carinho
To remember domingo
To remember dormindo
To remember de mim
To remember lembra lembra lenda além da dor to remember
To remember
To remember nós dois lá no carro
To remember
To remember no vidro embaçado
To remember
To remember passado
To remember sussurro
To remember no escuro
To remember de mim
To remember embeleza lembra lembra soul to remember
Vou me embora pra memória eu vou
Pro conforto de um antigo amor
Deixa a saudade de mim
Embalar seu sono assim
Baby, my moon
Bem-vinda a luz
Bem-vinda a luz
Baby, my moon
To remember
To remember nós dois no pedaço
To remember
To remember amasso no portaço
To remember
To remember beijaço
To remember abraço
To remember e esquece
To remember de mim
To remember membra membra lembra lembra cor to remember
To remember
To remember nós dois no cantinho
To remember
To remember mão dada no caminho
To remember
To remember carinho
To remember domingo
To remember dormindo
To remember de mim
To remember lembra lembra lenda além da dor to remember
To remember
To remember nós dois lá no carro
To remember
To remember no vidro embaçado
To remember
To remember passado
To remember sussurro
To remember no escuro
To remember de mim
To remember embeleza lembra lembra soul to remember
Vou me embora pra memória eu vou
Pro conforto de um antigo amor
Deixa a saudade de mim
Embalar seu sono assim
Baby, my moon
Bem-vinda a luz
Bem-vinda a luz
Baby, my moon
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domingo, 10 de outubro de 2010
Mais
- Escrita por Pierre Aderne e Rodrigo Maranhão e Cantada por Alexia Bomtempo -
Não adianta um carinho todo dia
Só acredita que te ama se jurar
Não adianta encher a cara de alegria
A dose certa sempre tem q derramar
Não basta ganhar de um a zero
Por que seu time sempre tem q golear?
Não basta ser feliz e brasileiro
Tem que ter jogo de cintura e sambar
Acha pouco ter o Rio de Janeiro
Acha que o sol nunca pode descansar
Acha pouco ter um pouco de dinheiro
O seu barato e ter o mundo pra comprar
Não adianta um carinho todo dia
Só acredita que te ama se jurar
Não adianta encher a cara de alegria
A dose certa sempre tem q derramar
Não basta ganhar de um a zero
Por que seu time sempre tem q golear?
Não basta ser feliz e brasileiro
Tem que ter jogo de cintura e sambar
Acha pouco ter o Rio de Janeiro
Acha que o sol nunca pode descansar
Acha pouco ter um pouco de dinheiro
O seu barato e ter o mundo pra comprar
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Elas por Elas
- Escrita e Cantada por Zeca Baleiro -
Com Cristina eu só vivia de propina
Com Marlene era tudo misancene
Pra Renata eu cantava pata-pata
Com Venância eu parti pra ignorância
Com concita eu fui explorar bauxita
Com jurema eu morei em Ipanema
Com Estela eu só vivia na favela
Foi Teresa quem me fez virar a mesa
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
Por luzia eu entrei pra academia
Com alana dia e noite marijuana
Com Lolita só vivia na birita
Com Regina na base da vaselina
Ai Marluce foi a minha via crucis
Pra domingas fiz dezenas de milongas
Com Larissa todo domingo ia à missa
Com Fátima a minha relação foi ótima
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
Com Letícia a vida era uma delícia
Pra Lúcia eu era um bicho de pelúcia
Com Suzana criei caso fui em cana
Cândida aquilo era uma bandida
Doralice era só disse-me disse
Rosemary me deixou com béri-béri
De helena não sobrou nem uma pena
Com Bianca eu pirei quebrei a banca
Com Ísis eu tive muitas longas crises
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
Com Cristina eu só vivia de propina
Com Marlene era tudo misancene
Pra Renata eu cantava pata-pata
Com Venância eu parti pra ignorância
Com concita eu fui explorar bauxita
Com jurema eu morei em Ipanema
Com Estela eu só vivia na favela
Foi Teresa quem me fez virar a mesa
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
Por luzia eu entrei pra academia
Com alana dia e noite marijuana
Com Lolita só vivia na birita
Com Regina na base da vaselina
Ai Marluce foi a minha via crucis
Pra domingas fiz dezenas de milongas
Com Larissa todo domingo ia à missa
Com Fátima a minha relação foi ótima
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
Com Letícia a vida era uma delícia
Pra Lúcia eu era um bicho de pelúcia
Com Suzana criei caso fui em cana
Cândida aquilo era uma bandida
Doralice era só disse-me disse
Rosemary me deixou com béri-béri
De helena não sobrou nem uma pena
Com Bianca eu pirei quebrei a banca
Com Ísis eu tive muitas longas crises
Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A Primeira Pedra
- Escrita por Carlinhos Brown, Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Cantada por Marisa Monte -
Atire a primeira pedra
Quem não sofreu, quem não morreu por amor
Todo corpo que tem um deserto
Tem um olho de água por perto
Para ouvir basta abrir os poros
Para aceitar basta oferecer
Para quê adiar um desejo
De alguém que lhe quer tanto beijo
Quem de vocês
Resiste a uma tentação
Quem pretende revogar a lei do coração
Quem ousaria
Dessas vozes duvidar
Deixa a sua natureza se manifestar
Atire a primeira pedra
Quem não sofreu, quem não morreu por amor
Todo corpo que tem um deserto
Tem um olho de água por perto
Para ouvir basta abrir os poros
Para aceitar basta oferecer
Para quê adiar um desejo
De alguém que lhe quer tanto beijo
Quem de vocês
Resiste a uma tentação
Quem pretende revogar a lei do coração
Quem ousaria
Dessas vozes duvidar
Deixa a sua natureza se manifestar
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Baioque
- Escrita por Chico Buarque e cantada por Maria Bethânia -
Quando eu canto que se cuide
Quem não for meu irmão
O meu canto, punhalada
Não conhece perdão
Quando eu rio
Quando rio, rio seco
Como é seco o sertão, meu sorriso
É uma fenda escavada no chão
Quando eu choro
Quando choro é uma enchente
Surpreendendo o verão
É o inverno, de repente
Inundando o sertão
Quando eu amo
Quando amo eu devoro
Todo o meu coração eu odeio
Eu adoro numa mesma oração
Quando eu canto
Mamy, não quero seguir definhando sol a sol
Me leva daqui, eu quero partir
Requebrando um rock and roll
Nem quero saber como se dança o baião
Eu quero ligar, eu quero um lugar
Ao sol de Ipanema, cinema e televisão
Quando eu canto que se cuide
Quem não for meu irmão
O meu canto, punhalada
Não conhece perdão
Quando eu rio
Quando rio, rio seco
Como é seco o sertão, meu sorriso
É uma fenda escavada no chão
Quando eu choro
Quando choro é uma enchente
Surpreendendo o verão
É o inverno, de repente
Inundando o sertão
Quando eu amo
Quando amo eu devoro
Todo o meu coração eu odeio
Eu adoro numa mesma oração
Quando eu canto
Mamy, não quero seguir definhando sol a sol
Me leva daqui, eu quero partir
Requebrando um rock and roll
Nem quero saber como se dança o baião
Eu quero ligar, eu quero um lugar
Ao sol de Ipanema, cinema e televisão
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