- Escrita por Ana Carolina e Jorge Versillo e Cantada por Maria Bethânia e Ana Carolina -
Garimpeira da beleza
Te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meios seios, mar partindo ao meio
Não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar
Descobri que não sei nada de mim
Clara, noite rara, nos levando além
da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos
na escuridão
Me agarrei nos seus cabelos
Sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas
Como faz o mar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio
Não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar
Descobri que não sei nada de mim
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Vou deixar a rua me levar
- Escrita por Ana Carolina e Cantada por Ana Carolina -
Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você
É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Eu que não sei quase nada do mar
- Escrita por Ana Carolina e Jorge Vercilo e Cantada por Ana Carolina e Maria Bethânia -
Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
domingo, 18 de outubro de 2009
Retrato em Branco e Preto
- Escrita por Tom Jobim e Chico Buarque e Cantada por Ney Matogrosso e Ana Carolina –
Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar, tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto, evito tanto
E que no entanto, volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar, tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto, evito tanto
E que no entanto, volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
O melhor de mim
- Escrita por Frejat e Paulinho Moska e Cantada por Ana Carolina –
Meu coração está feliz por causa de você
Minha vida mudou de vez depois que você chegou
Sou outra pessoa, uma pessoa bem melhor
Se amor tivesse uma cor, seria a sua
Se fosse branca a cor, seria a mais bela das luas
Toda beleza que o amor pedir
Eu quero pra você o melhor de mim
Se o amor tivesse um nome, seria o seu
Se fosse flor o seu nome, seria o mais doce jasmim
Você sabe me fazer feliz
E eu quero pra você o melhor de mim
Meu corpo tá mais quente por causa de você
Minha pele mudou de cor depois que você chegou
Você entrou na minha vida como um anjo cheio de luz
Tudo ficou mais claro, tudo ficou azul
Meu coração está feliz por causa de você
Minha vida mudou de vez depois que você chegou
Sou outra pessoa, uma pessoa bem melhor
Se amor tivesse uma cor, seria a sua
Se fosse branca a cor, seria a mais bela das luas
Toda beleza que o amor pedir
Eu quero pra você o melhor de mim
Se o amor tivesse um nome, seria o seu
Se fosse flor o seu nome, seria o mais doce jasmim
Você sabe me fazer feliz
E eu quero pra você o melhor de mim
Meu corpo tá mais quente por causa de você
Minha pele mudou de cor depois que você chegou
Você entrou na minha vida como um anjo cheio de luz
Tudo ficou mais claro, tudo ficou azul
Eu gosto é de mulher
- Escrita por Ultraje a Rigor e Cantada por Ana Carolina –
Vou te contar o que me faz andar
Se não é por mulher não saio nem do lugar
Eu já não tento nem disfarçar
Se tudo que eu me meto é só pra impressionar
Mulher de corpo inteiro
Se não fosse por mulher eu não era roqueiro
Mulher que se atrasa, mulher que vai na frente
Mulher dona-de-casa, mulher pra presidente
Mulher de qualquer jeito
Ninguém sabe o que ela tem no peito
Peito pra dar de mamar
Peito só pra enfeitar
Mulher faz bem pra vista
Tanto faz se ela é machista ou se é feminista
Cê pode até achar que é um pouco de exagero
Mas eu sei lá, eu sei que eu não sei
Eu gosto é de mulher, eu gosto é de mulher
Eu gosto é de mulher (2x)
Mulher eu já provei
Eu sei que é bom demais, agora o resto eu não sei
Sei que eu não vou mudar (talvez)
Sei que eu não vou nem tentar
Desculpe esse meu defeito
Eu digo que não é nem preconceito
Eu tenho amigo homem, eu tenho amigo gay
Mas eu sei lá, eu sei que eu não sei,
Eu gosto é de mulher, eu gosto é de mulher
Eu sei como pisar no coração de uma mulher
Já fui mulher eu sei, já fui mulher eu sei
Vou te contar o que me faz andar
Se não é por mulher não saio nem do lugar
Eu já não tento nem disfarçar
Se tudo que eu me meto é só pra impressionar
Mulher de corpo inteiro
Se não fosse por mulher eu não era roqueiro
Mulher que se atrasa, mulher que vai na frente
Mulher dona-de-casa, mulher pra presidente
Mulher de qualquer jeito
Ninguém sabe o que ela tem no peito
Peito pra dar de mamar
Peito só pra enfeitar
Mulher faz bem pra vista
Tanto faz se ela é machista ou se é feminista
Cê pode até achar que é um pouco de exagero
Mas eu sei lá, eu sei que eu não sei
Eu gosto é de mulher, eu gosto é de mulher
Eu gosto é de mulher (2x)
Mulher eu já provei
Eu sei que é bom demais, agora o resto eu não sei
Sei que eu não vou mudar (talvez)
Sei que eu não vou nem tentar
Desculpe esse meu defeito
Eu digo que não é nem preconceito
Eu tenho amigo homem, eu tenho amigo gay
Mas eu sei lá, eu sei que eu não sei,
Eu gosto é de mulher, eu gosto é de mulher
Eu sei como pisar no coração de uma mulher
Já fui mulher eu sei, já fui mulher eu sei
É mágoa
- Escrita por Elisa Lucinda e Cantada por Ana Carolina –
É mágoa, já vou dizendo de antemão
Se eu encontrar com você, tô com três pedras na mão
Eu só queria distância da nossa distância
Saí por aí procurando uma contramão, acabei chegando na sua rua
Na dúvida qual era a sua janela, lembrei que era pra cada um ficar na sua
Mas é que até a minha solidão tava na dela
Atirei uma pedra na sua janela, e logo correndo me arrependi
Foi o medo de te acertar, mas era pra te acertar
E disso eu quase me esqueci
Atirei outra pedra na sua janela, uma que não fez o menor ruído
Não quebrou, não rachou, não deu em nada
E eu pensei: talvez você tenha me esquecido
Eu só não consegui
Foi te acertar o coração
Porque eu já era o alvo
De tanto que eu tinha sofrido,
Aí nem precisava mais de pedra
Minha raiva quase transpassa
A espessura do seu vidro
É mágoa
O que eu choro é água com sal
Se der um vento é maremoto
Se eu for embora não sou mais eu
Água de torneira não volta
E eu vou embora
Adeus
É mágoa, já vou dizendo de antemão
Se eu encontrar com você, tô com três pedras na mão
Eu só queria distância da nossa distância
Saí por aí procurando uma contramão, acabei chegando na sua rua
Na dúvida qual era a sua janela, lembrei que era pra cada um ficar na sua
Mas é que até a minha solidão tava na dela
Atirei uma pedra na sua janela, e logo correndo me arrependi
Foi o medo de te acertar, mas era pra te acertar
E disso eu quase me esqueci
Atirei outra pedra na sua janela, uma que não fez o menor ruído
Não quebrou, não rachou, não deu em nada
E eu pensei: talvez você tenha me esquecido
Eu só não consegui
Foi te acertar o coração
Porque eu já era o alvo
De tanto que eu tinha sofrido,
Aí nem precisava mais de pedra
Minha raiva quase transpassa
A espessura do seu vidro
É mágoa
O que eu choro é água com sal
Se der um vento é maremoto
Se eu for embora não sou mais eu
Água de torneira não volta
E eu vou embora
Adeus
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