- Escrita e Cantada por Paulinho Moska -
Meu amor
Vamos falar sobre o passado depois
Porque o futuro está esperando
Por nós dois
Por favor
Deixe meu último pedido pra trás
E não volte pra ele nunca
Nunca mais
Porque ao longo desses meses
Que eu estive sem você
Eu fiz de tudo pra tentar te esquecer
Eu já matei você mil vezes
E seu amor ainda me vem
Então me diga quantas vidas você tem
Mostrando postagens com marcador moska. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moska. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 30 de junho de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Soneto do teu corpo
- escrita por Leoni e Paulinho Moska e cantada por Mart'nália -
Ah, eu juro... eu juro...
Juro beijar teu corpo sem descanso
Como quem sai sem rumo prá viagem.
Vou te cruzar sem mapa nem bagagem,
Quero inventar a estrada enquanto avanço.
Beijo teus pés, me perco entre teus dedos.
Luzes ao norte, pernas são estradas
Onde meus lábios correm a madrugada
Pra de manhã chegar aos teus segredos.
Vivo em teus bosques. Bebo nos teus rios.
Entre teus montes, vales escondidos,
Eu faço fogueiras, choro, canto e danço.
Línguas de lua varrem tua nuca,
Línguas de sol percorrem tuas ruas.
Juro beijar teu corpo sem descanso
Ah, eu juro... eu juro...
Juro beijar teu corpo sem descanso
Como quem sai sem rumo prá viagem.
Vou te cruzar sem mapa nem bagagem,
Quero inventar a estrada enquanto avanço.
Beijo teus pés, me perco entre teus dedos.
Luzes ao norte, pernas são estradas
Onde meus lábios correm a madrugada
Pra de manhã chegar aos teus segredos.
Vivo em teus bosques. Bebo nos teus rios.
Entre teus montes, vales escondidos,
Eu faço fogueiras, choro, canto e danço.
Línguas de lua varrem tua nuca,
Línguas de sol percorrem tuas ruas.
Juro beijar teu corpo sem descanso
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Boca
- Escrita por Paulinho Moska e George Israel e Cantada por Paulinho Moska -
Adoro o cheiro da tua boca
O gosto da tua saliva
A carne dos teus lábios
A cor dos teus dentes
Adoro morder tua língua
Lamber o teu céu
Beijar o teu beijo
Respirar o teu ar
Adoro o que você mastiga
Quando me engole
Tudo que tua boca toca
Vira a grande novidade
De todas as bocas do planeta
Adoro o cheiro da tua boca
O gosto da tua saliva
A carne dos teus lábios
A cor dos teus dentes
Adoro morder tua língua
Lamber o teu céu
Beijar o teu beijo
Respirar o teu ar
Adoro o que você mastiga
Quando me engole
Tudo que tua boca toca
Vira a grande novidade
De todas as bocas do planeta
Espaço Liso (o fado)
- Escrita e Cantada por Paulinho Moska -
Eu amo a causa, e não a conseqüência
Eu amo o Pensamento, e não a inteligência
Eu amo a Loucura, e não a consciência
Eu amo a paciência, eu amo a paciência
Eu amo o deserto, e não a muralha
Eu amo o mergulho, e não a medalha
Eu amo suor, e não a toalha
Eu amo a batalha, eu amo a batalha
Eu amo a alma, e não a pessoa
Eu amo a cara, e não a coroa
Eu amo a corrida, e não a linha de chegada
Eu amo a estrada, eu amo a estrada
Eu amo o agora, e não a memória
Eu amo a luta, e não a vitória
Eu amo o fato, e não a história
Eu amo a trajetória, eu amo a trajetória
Eu amo o bem forte, e não o assim
Eu amo o papel, e não o cetim
Eu amo pra onde vou, e não de onde eu vim
Eu amo o meu meio, e não o meu fim
Eu amo a causa, e não a conseqüência
Eu amo o Pensamento, e não a inteligência
Eu amo a Loucura, e não a consciência
Eu amo a paciência, eu amo a paciência
Eu amo o deserto, e não a muralha
Eu amo o mergulho, e não a medalha
Eu amo suor, e não a toalha
Eu amo a batalha, eu amo a batalha
Eu amo a alma, e não a pessoa
Eu amo a cara, e não a coroa
Eu amo a corrida, e não a linha de chegada
Eu amo a estrada, eu amo a estrada
Eu amo o agora, e não a memória
Eu amo a luta, e não a vitória
Eu amo o fato, e não a história
Eu amo a trajetória, eu amo a trajetória
Eu amo o bem forte, e não o assim
Eu amo o papel, e não o cetim
Eu amo pra onde vou, e não de onde eu vim
Eu amo o meu meio, e não o meu fim
O outra volta do parafuso
- Escrita e cantada por Paulinho Moska -
Naquele dia senti
Que, finalmente,
Tua máscara ia cair
Definitivamente
Eu estava cansado
e te ouvir mentir
Meu corpo doía de um lado
Minha alma fervia do outro
De novo no mesmo lugar
E eu não queria estar ali
Tenho certeza que tu és o castelo
Onde o meu desejo mora
Mas me machuquei
Quando me aproximei
De tuas paredes de pedra
E tudo que sonhei
Me incomoda agora
Seja qual for o dia
Seja qual for a hora
Antes de pensar em me procurar
Me apague da tua memória
Porque já tranquei as portas
E escondi as chaves
Só não vi de que lado fiquei
De dentro, ou por fora, nem sei
Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém
Alguém que saiba, pelo menos
Tudo aquilo que não quer
Alguém que tente
Atravessar o túnel no final da luz
Pois fiquei cego, surdo e mudo
E agora quero me esquecer de tudo
Pra descobrir em fim o que sobrou de mim
Que ainda me seduz
Se por acaso pensas que
Eu vou me perder por aí
Ainda vou gritar no teu ouvido
Que a vida é um parafuso sem fim
Que a cada volta
Aperta mais
E nunca afrouxa
Para trás
Só então saberás que
Desde o início eu já era assim
Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém
Naquele dia senti
Que, finalmente,
Tua máscara ia cair
Definitivamente
Eu estava cansado
e te ouvir mentir
Meu corpo doía de um lado
Minha alma fervia do outro
De novo no mesmo lugar
E eu não queria estar ali
Tenho certeza que tu és o castelo
Onde o meu desejo mora
Mas me machuquei
Quando me aproximei
De tuas paredes de pedra
E tudo que sonhei
Me incomoda agora
Seja qual for o dia
Seja qual for a hora
Antes de pensar em me procurar
Me apague da tua memória
Porque já tranquei as portas
E escondi as chaves
Só não vi de que lado fiquei
De dentro, ou por fora, nem sei
Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém
Alguém que saiba, pelo menos
Tudo aquilo que não quer
Alguém que tente
Atravessar o túnel no final da luz
Pois fiquei cego, surdo e mudo
E agora quero me esquecer de tudo
Pra descobrir em fim o que sobrou de mim
Que ainda me seduz
Se por acaso pensas que
Eu vou me perder por aí
Ainda vou gritar no teu ouvido
Que a vida é um parafuso sem fim
Que a cada volta
Aperta mais
E nunca afrouxa
Para trás
Só então saberás que
Desde o início eu já era assim
Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém
domingo, 18 de outubro de 2009
Muito Pouco
- Escrita pro Paulinho Moska e Cantada por Maria Rita –
Pronto...
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça...
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida trás
Mas muito pra mim é tão pouco, e pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca, não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca, em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco, e pouco eu não quero mais
Chega...
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem pra ninguém poder nos comparar
Por que
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar
(repete) Mas muito pra mim é tão pouco
Veja...
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz a estrutura de um grande amor
Simplesmente seja o que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo o que começa com muito
Pode acabar muito pior
(repete) Mas muito pra mim é tão pouco
Pronto...
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça...
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida trás
Mas muito pra mim é tão pouco, e pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca, não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca, em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco, e pouco eu não quero mais
Chega...
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem pra ninguém poder nos comparar
Por que
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar
(repete) Mas muito pra mim é tão pouco
Veja...
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz a estrutura de um grande amor
Simplesmente seja o que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo o que começa com muito
Pode acabar muito pior
(repete) Mas muito pra mim é tão pouco
Admiração
- Cantado por Paulinho Moska –
Meus olhos, famintos,
Não se cansam de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
Escorregar nos rios claros
das margens dos teus pêlos
E encontrar o ouro escondido
que brilha em seus cabelos
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
Meus olhos, famintos,
Não se cansam de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
Escorregar nos rios claros
das margens dos teus pêlos
E encontrar o ouro escondido
que brilha em seus cabelos
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
Assinar:
Postagens (Atom)