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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Elas por Elas

- Escrita e Cantada por Zeca Baleiro -

Com Cristina eu só vivia de propina
Com Marlene era tudo misancene
Pra Renata eu cantava pata-pata
Com Venância eu parti pra ignorância
Com concita eu fui explorar bauxita
Com jurema eu morei em Ipanema
Com Estela eu só vivia na favela
Foi Teresa quem me fez virar a mesa

Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas

Por luzia eu entrei pra academia
Com alana dia e noite marijuana
Com Lolita só vivia na birita
Com Regina na base da vaselina
Ai Marluce foi a minha via crucis
Pra domingas fiz dezenas de milongas
Com Larissa todo domingo ia à missa
Com Fátima a minha relação foi ótima

Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas

Com Letícia a vida era uma delícia
Pra Lúcia eu era um bicho de pelúcia
Com Suzana criei caso fui em cana
Cândida aquilo era uma bandida
Doralice era só disse-me disse
Rosemary me deixou com béri-béri
De helena não sobrou nem uma pena
Com Bianca eu pirei quebrei a banca
Com Ísis eu tive muitas longas crises

Elas só elas por elas
Elas só elas por elas
Agora é que são delas
Agora é que são belas

domingo, 18 de outubro de 2009

Comigo

- Escrita e Cantada por Zeca Baleiro -

Você vai comigo aonde eu for
Você vai bem se vem comigo
Serei teu amigo e teu bem
Fica bem, mas fica só comigo

Quando o sol se vai a lua amarela
Fica colada no céu cheio de estrela

Se essa lua fosse minha
Ninguém chegava perto dela
A não ser eu e você
Ah eu pagava pra ver
Nós dois no cavalo de ogum
Nós juntos parecendo um

Na lua na rua na nasa em casa
Brasa da boca de um dragão
Na lua na rua na nasa em casa

Brasa da boca de um dragão
Na lua na rua na nasa em casa


obs. eu estava neste show!! 

 

Disritmia

- Escrita por Martinho da Vila e Cantada por Ney Matogrosso / Zeca Baleiro -

Eu quero me esconder debaixo
Dessa sua saia
Pra fugir do mundo

Pretendo também me embrenhar
No emaranhado
Desses seus cabelos

Preciso transfundir teu sangue
Pro meu coração
Que é tão vagabundo

Me deixe te trazer um dengo
Pra com um cafuné
Fazer os meus apelos

Eu quero ser exorcizado
Pela água benta
Desse olhar infundo

Que bom é ser fotografado
Mas pelas retinas
Dos seus olhos lindos

Me deixe hipnotizado
Pra acabar de vez
Com essa disritmia

Vem logo
Vem curar teu nego
Que chegou de porre
Lá da boemia

Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede:



Zeca Baleiro: